terça-feira, 18 de novembro de 2008



KAMBA – Associação de Angolanos do Concelho de Seixal
A associação KAMBA (cujo nome em angolano significa amigos) nasceu informalmente nos anos oitenta através da união de grupo imigrantes, na sua maioria angolanos, e portugueses do concelho do Seixal. kamba Logo

No inicio o grupo juntou-se de forma mais leviana realizando discussões e encontros desportivos. No entanto o grupo em questão foi-se dispersando e somente a partir da década de noventa começaram a investir mais seriamente na associação que se encontrava ainda em estado embrionário. Foram preenchidas as competências necessárias, os cem sócios mínimos foram atingidos e os estatutos foram publicados. Após a sua legalização em Julho de 2003 foi concedido pela câmara do Seixal um espaço onde a associação poderia desenvolver as suas actividades.
Objectivos, projectos e acções A associação KAMBA nasceu da necessidade de ajudar a comunidade imigrante do concelho do Seixal, de facto apesar da sua orientação se dirigir para a comunidade angolana em particular, esta associação presta apoio a qualquer imigrante que o solicite. Esse apoio consiste principalmente na ajuda em questões burocráticas: preenchimento de impressos, informações e esclarecimento sobre os processos de nacionalidade (nova lei da nacionalidade). Esta função já era desempenhada de forma ilegal por este grupo de indivíduos desde a década de oitenta.
A associação em questão promove cursos profissionais para a comunidade do concelho e acções de confraternização e convívio entre os membros da comunidade. A associação KAMBA dispõe de um protocolo com a câmara municipal do Seixal para a realização de cursos profissionais. Além do apoio fornecido pela câmara, as instituições que fornecem o maior apoio financeiro, e outro, são a Cruz Vermelha e a Igreja.
Houve várias tentativas de realizar projectos de apoio para Angola por parte da associação mas que sempre foram mal acolhidos e aceites pelas entidades angolanas. A associação efectuou uma recolha de livros e roupas para enviar para Angola mas o consulado angolano em Portugal não acolheu bem a proposta e o material foi todo posto para o lixo. A associação, apesar do insucesso do primeiro projecto, tinha a pretensão de enviar medicamentos para Angola mas após uma conversa com o ministro da saúde angolana a associação decidiu enviar os referidos medicamentos para São Tomé e Príncipe.
A maior dificuldade encontrada por esta associação encontra-se na própria comunidade imigrante angolana, pois esta não é muito participativa. Os angolanos residentes em Portugal, segundo a visão de um dos dirigentes desta associação, encontram-se ser uma comunidade fechada e dispersa que não possui o hábito de se reagrupar, bem pelo contrário, ela insere-se em todas as camadas da sociedade.
Contactos
Avenida 25 de Abril, Edifício Monte Sião, Centro de Recursos do Movimento Associativo, 2840-443 Torre da Marinha, Seixal
Telefone: 21 212 30 70 E-mail: kamba.aacs@gmail.com


Esta associação é muito importante porque o senhor Colho deu a conhecer como se pode ajudar os imigrantes Angolanos que se encontram numa situação mais precária em Portugal. Porque muitos de nós que viemos para Portugal à procura das melhores condições de vida, mas algumas pessoas não são capazes de conseguir superar as dificuldades.
No meu ponto de vista, como cidadã, que vê a angolanos a dormir nas ruas com doenças pulmonares, acredito que estas associações podem dar apoio a dessas pessoas.

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